Mesmo não sendo visível, o ar existe e ocupa espaço, inclusive em recipientes que aparentam estar vazios.
Recentemente, os alunos do 2º ano do Ensino Fundamental Anos Iniciais, realizaram um experimento de Ciências para investigar algo que, embora esteja sempre presente em nosso cotidiano, muitas vezes passa despercebido: o ar. A proposta foi mostrar que, mesmo não sendo visível, o ar existe e ocupa espaço, inclusive em recipientes que aparentam estar vazios.
Para conduzir o experimento, os alunos utilizaram garrafas de plástico vazias, bacias com água e pequenos pedaços de papel. Primeiramente, colocaram o pedaço de papel no interior de uma garrafa, cuidando para que ele ficasse fixo no fundo. Em seguida, mergulharam cuidadosamente a boca da garrafa na bacia. Na observação detalhada do processo, perceberam que o ar dentro da garrafa impedia a entrada da água, mantendo o pedaço de papel seco. Posteriormente, os alunos experimentaram inclinar e levantar a garrafa, observando as bolhas de ar que escapavam e percebendo, dessa forma, a presença do ar que estava no interior.
Aprendizado Ativo: Ao manusear a garrafa e observar o papel, as crianças vivenciaram o conceito de forma prática, desenvolvendo um senso de descoberta autônoma.
Desenvolvimento da Autonomia: Cada aluno pôde conduzir a própria experiência, experimentando e corrigindo suas hipóteses.
Concentração e Coordenação: A atividade demandou atenção e controle motor na hora de mergulhar e manusear a garrafa, estimulando a coordenação olho-mão e o foco na tarefa.
Compreensão de Conceitos Abstratos: Embora o ar seja invisível, a experiência demonstrou como podemos percebê-lo indiretamente, tornando esse conceito abstrato mais compreensível e concreto.
Essa atividade permitiu que as crianças vivenciassem um importante princípio Montessori: aprender pela exploração e descoberta. Ao comprovar que o ar existe, mesmo sem ser visto, os alunos desenvolveram novas percepções sobre o mundo e se apropriaram de conhecimentos que contribuem para uma compreensão científica mais ampla e para o fortalecimento de sua curiosidade inata.